A BASE DA SOCIEDADE BRASILEIRA

A Frente Parlamentar da Família, composta pelas bancadas católica e evangélica, está constantemente debatendo temas como: Vida e Inserção numa Família Cidadã; Família: Referencial para as Políticas Públicas; e Família: Base e Esteio de uma Sociedade Saudável, além da abordagem psicossocial e antropológica sobre a família e o indivíduo.

A família é a base da sociedade e, como tal, precisa, nos âmbitos do Legislativo e do Executivo, de políticas públicas que apóiem essa instituição. No Brasil, de cada 749 mil casamentos, há 242 mil divórcios e separações, no período de 1 ano. Ou seja, quase 1/3 dos casais acabam se divorciando no primeiro ano de casamento.

O que leva as famílias a se desintegrarem? Sabemos que as mulheres constituem 51% da população brasileira, mas apenas 35% da força ativa de trabalho, e ganham, em média, 45% menos que os homens; porém, nos últimos 10 anos, o número de mulheres chefes de família cresceu 79% entre 1996 e 2006, passando de 10,3 milhões para 18,5 milhões nesse período. O número de homens chefes de família aumentou 25% nesses dez anos. Ou seja, as mulheres estão em praticamente na metade dos lares brasileiros sendo mães e pais, verdadeiramente sendo chefes da família.

Frente a todo esse palco, entendemos que o Executivo, o Governo Federal, os Governos Estaduais e Municipais precisam traçar políticas, mais do que apenas políticas de assistência, mas políticas de orientação. Uma família que se desintegra nas classes C, D e E pode ser mais uma criança nas ruas, pois as mães precisam trabalhar, e não tem com quem deixar as crianças.

A Frente da Família continuará lutando e pedindo políticas públicas, que possam resolver essa célula base da sociedade brasileira, chamada família. Sem ela, nossas crianças já estão condenadas, nossos adolescentes serão marginalizados e nossa sociedade será apenas um aglomerado de gente sem destino, sem amor, sem identidade, sem força interior.

Deputado bispo Rodovalho

Brasília, 08/09/09

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