A CULTURA ERRADA DO LIXO

Mais ou menos nessa mesma época, no ano passado; um grave acidente aconteceu em um lixão nas imediações de uma rodovia em São Paulo. Um grande tombamento de mais ou menos 500 metros de altura por quase 3 quilômetros de extensão. Esse acidente mostra o problema que temos com os chamados aterros sanitários, ou lixões, prática comum em todos os municípios.

Os Governos Estaduais e Municipais precisam repensar essa prática. Existem tecnologia e conhecimento em nossa sociedade, tanto no quesito ambiental quanto no econômico, para encontrar soluções definitivas no tratamento do lixo.

Não podemos aceitar que os chamados aterros sanitários, ou lixões, tornem-se fonte de epidemias, de contaminações. Por isso, é preciso repensar essa prática em todo o território nacional.

As assessorias dos Ministérios do Meio Ambiente e da Saúde devem estudar uma forma de transformar o lixo em energia elétrica ou de outro tipo. Já foi protocolado na Câmara dos Deputados, projeto de lei para a concessão de financiamento a municípios e Estados para esse fim.

Não podemos deixar que o lixo se torne uma cultura de doença e contaminação, um agente de destruição da nossa sociedade. Muitas comunidades carentes vivem da cultura do lixo, e infelizmente contraem e transmitem doenças, causando graves epidemias.

Os Governos Federal, Estaduais e Municipais precisam atentar para a atual situação dos lixões. Que as autoridades repensem essa prática., buscando trazer uma nova cultura e um novo pensamento para esse tipo de prática, infelizmente defasada e ultrapassada.

Deputado bispo Rodovalho

Brasília, 25/09/09.

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