A UNÇÃO DE CALEBE

“Tinha eu quarenta anos quando Moisés, servo do Senhor, me enviou de cades-Barnéia para espiar a terra, e eu lhe relatei como sentia no coração”. Js.14:7
Calebe estava falando de si, de sua percepção. Ele sabia que aquela terra era a melhor e também que a conquista tinha que ser ffeita por ele. Porque seria ele o morador daquela terra. Os gigantes teriam que reconhecer a sua coragem, a sua força e a sua disposição. Há conquistas que Deus reservou para nós e heranças que advêem dessas vitórias. A terra só descansa da guerra quando o maior dos gigantes cai. Você só terá descanso quando destruir os seus “gigantes”, tudo aquilo que o impede de possuir e dominar, aquela herança que Deus lhe deu, aquilo que é seu por direito, por isso, os gigantes precisam ser destruídos.

“Mas os meus irmãos que subiram comigo, desesperaram o povo ; eu porém, perseverei em seguir o Senhor meu Deus.

Então Moisés naquele dia jurou, dizendo: Certamente a terra em que puseste o pé será tua e de teus filhos em herança perpetuamente: pois perseveraste em seguir o Senhor meu Deus. Eis agora o Senhor me conservou em vida, como prometeu; quarenta e cinco anos há desde que o senhor falou esta palavra a Moisés, andando Israel ainda no deserto; e já agora sou de oitenta e cinco anos. Estou forte ainda como no dia em que Moisés me enviou; qual era a minha força naquele dia, tal ainda agora, para o combate, assim para sair a ele, como para voltar. Agora pois dá-me este monte de que o Senhor falou naquele dia.” Js.14:8-12a.

Bp. Robson Rodovalho

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