O JOVEM BRASILEIRO E SUAS CRISES

O Brasil ganhou mais um lugar no pódio mundial, mas, infelizmente, essa não é uma boa notícia. Somos hoje o terceiro lugar em “homicídio de jovens”, segundo o mapa da violência, elaborado pela Organização dos Estados Ibero-Americanos.

Tivemos um aumento, entre 1994 e 2004, de 64,2% de mortes entre jovens de 15 a 24 anos. Os mais atingidos são negros, da periferia, e as causas de morte são acidentes, homicídios ou suicídios.

Os estados mais atingidos são Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Distrito Federal, Amapá e Alagoas. No Distrito Federal houve um aumento, no último ano, de 20% para 33%. Estamos visivelmente perdendo essa luta pela inclusão e cidadania social.

Nossos jovens, além de suas crises e conflitos inerentes à idade, passam pela discriminação, falta de oportunidade de trabalho e poucos relacionamentos que os insiram nos círculos de oportunidades. Estão praticamente condenados a repetir os papéis de seus pais, ou a viverem excluídos. Isso os leva ao conceito de “não ter nada a perder”, tornando-os “perigosos” e aumentando as estatísticas já mostradas.

Precisamos encontrar um caminho para quebrar esse ciclo. São necessárias políticas públicas e atividades que os preparem para uma vida adulta e profissional responsável e com propósito.
Conflitos de existência todos os homens têm, mas aqueles que possuem âncoras espirituais e preparo intelectual, se tornam mais fortes para vencê-los.

Nossos jovens são nosso patrimônio. Então, que possamos lutar por eles.

Dep. bispo Rodovalho

Brasília, 02/09/09.

2 thoughts to “O JOVEM BRASILEIRO E SUAS CRISES”

  1. Atravéz dos jovens é que temos a base da sobrevivencia depois de tantas dificuldades.são o que nos sustenta e nos dão força pra lutarmos juntos contra toda a violencia que não é de DEUS.

  2. Nossos jovens são a nossa base de sustentabilidade pra enfrentarmos tantas dificuldades e violencias.São os que nos dão força para vivenciarmos de maneira humilde a ponto de firmes chegarmos até a vitória ! com DEUS é claro!

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