QUEM SE INTERESSA PELA POLÍTICA HOJE? PARTE I

Esta pergunta está sempre em nossas mentes. Porque as pessoas se interessam por política? O que leva as pessoas a se sacrificarem pessoalmente em prol de um projeto de todos? Porque empresários se licenciam de suas empresas, médicos afastam-se de seus consultórios, presidentes de sindicatos chegam a distanciar-se de suas bases? O que eles ganham com isso?

Quero enumerar algumas causas motivadoras para a participação política, ajudando-lhe no processo de escolha de nossosr representantes, para que possamos construir um mundo melhor.

Em primeiro lugar vem a proteção financeira; o caminho do Congresso tem sido perseguido por aqueles que “querem se proteger”. São grandes grupos financeiros que escolhem um de seus representantes para ser um soldado a seu serviço. O capital exita em ser mudado de mãos. Em nosso contexto social e político, os donos do capital sabem que dinheiro chama dinheiro e não se pode negar a inflência do Estado nesse processo. São pelas leis que se estabelecem os interesses e as relações entre capital e trabalho. Ninguém entra em política apenas para “sofrer”,mas para garantir a proteção de seu capital particular e preservar interesses pessoais, não por um desejo genuíno de ver o nosso país desenvolvido, na base da justiça e da integridade.

Em segundo lugar vem o grupo de pessoas que se interessam por política para defender seu corporativismo. Mais uma vez são interesses de grupos que se protegem através de candidatos escolhidos e enviados com o único objetivo de representarem seus coletivos no Congresso e nas CâmarasMunicipais. O triste nesse caso é que, nem sempre, o que é bom para determinado grupo é bom para o país. Na maioria das vezes, a defesa destes interesses conflita com os interesses da nação. Como o comprometimento destes atores políticos é com seus grupos, e não com a nação, eles seguem adiante honrando suas bases, mas não o melhor para o país como um todo.

O terceiro grupo, qué é o dos Narcizistas, fica para a próxima postagem.

Dep. bispo Rodovalho

Brasília, 20/10/09.

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